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Lançamentos de Junho e Julho - Editora Arqueiro e Sextante Editora


Oi gente!!!
Bora conferir os lançamentos de Junho e Julho da Arqueiro e Sextante?
Aproveitem e comecem a listinha para a Bienal!!! <3

Livros de Máfia - Conheça a autora, Bethany-Kris.


Poucos(as) conhecem a autora e seus livros de mafiosos e romances com pitadas de dramas, porém capazes de nos tocar profundamente. E ela escreve muito, só de série passam de quatro.



Primeiro, quem é Bethany-Kris?
Bethany-Kris autora canadense, mãe de quatro filhos pequenos, um gato e três cachorros. Reside em uma pequena cidade no leste do Canadá, onde nasceu e cresceu. Com seus filhos sob os pés, um gato que gosta de se aconchegar, cachorros latindo e um marido chamando-a por cima do ombro, ela quase sempre está escrevendo alguma coisa ... quando consegue.












Irei falar de duas séries: The Chicago War e Filthy Marcellos.  No seu site é possível conhecer os  outros livros da autora (são muitos!), aqui.

Resenha - Um sedutor sem coração - Lisa Kleypas

Título: Um sedutor sem coração
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Ano: 2018
Páginas: 320

Devon Ravenel, o libertino mais maliciosamente charmoso de Londres, acabou de herdar um condado. Só que a nova posição de poder traz muitas responsabilidades indesejadas – e algumas surpresas. A propriedade está afundada em dívidas e as três inocentes irmãs mais novas do antigo conde ainda estão ocupando a casa. Junto com elas vive Kathleen, a bela e jovem viúva, dona de uma inteligência e uma determinação que só se comparam às do próprio Devon. Assim que o conhece, Kathleen percebe que não deve confiar em um cafajeste como ele. Mas a ardente atração que logo nasce entre os dois é impossível de negar. Ao perceber que está sucumbindo à sedução habilmente orquestrada por Devon, ela se vê diante de um dilema: será que deve entregar o coração ao homem mais perigoso que já conheceu? Um sedutor sem coração inaugura a coleção Os Ravenels com uma narrativa elegante, romântica e voluptuosa que fará você prender o fôlego até o final.

Devon Ravenel acaba de herdar um condado e a nova posição traz novas responsabilidades indesejadas. A propriedade que herdou está afundada em dívidas e a viúva e três irmãs mais novas do antigo conde ainda estão ocupando a casa. Kathleen, é uma bela e jovem viúva, muio inteligente, determinada e língua bastante afiada. Assim que conhece Devon, Kathleen sabe que não deve confiar em um cafajeste como ele, mas logo nasce uma ardente atração entre os dois que será impossível negar. 

Eu devo ser bem sincera ao dizer que há tempos estou saturada com romances de época, leio mais pela força do hábito mesmo, por gostar do gênero e por ainda ter esperança de encontrar uma novidade. Confesso quase ter perdido as esperanças, até que encontrei esse livro. Comecei a leitura sem expectativa nenhuma e terminei já pensando que talvez esse seja o melhor romance de época que li nos últimos anos. 



Dei tantas gargalhadas durante a leitura que durante um momento minha mãe veio ver o que estava acontecendo comigo. Amei o enredo criado por Lisa Kleypas, os personagens são muito cativantes, Kathleen tem uma língua afiadíssima e combinou perfeitamente com a personalidade do Devon. Amei Weston, o irmão do conde, a reviravolta que acontece na vida dele, o crescimento pessoal, foi maravilhoso. 

Todos os personagens secundários são tão incríveis que eu senti como se todos fossem protagonistas. Gostei sim de Devon e Kathleen, mas gostei mais ainda de outro possível casal que se forma no livro, Helen e Winterborne. Helen é uma das irmãs do falecido conde, e Winterbone é um amigo do atual conde. 

Tem uma acontecimento no livro e por conta disso, Winterborne acaba indo parar na casa da família. Então ele conhece Helen. Estou apaixonada com esse casal secundário. Já vi que o próximo livro é sobre eles, então eu estou super animada. 

Talvez eu nem saiba expressar o quando estou enlouquecidamente apaixonada por essa série, não estou me aguentando de ansiedade pelo próximo livro. O livro tem uma narrativa tão maravilhosa e sedutora, foi impossível não devorar o livro em poucas horas, foi tudo tão divertido e arrebatador. 

A capa do livro é linda, tem tudo a ver com o enredo. A revisão ficou excelente, assim como a diagramação. Pra quem estava cansado de romances de época sempre iguais, pode confiar em mim e ler Um sedutor sem coração que não vai se arrepender, você vai ver como é único. 


Resenha: O Jogo do Amor e da Morte - Martha Brockenbrough


Ano: 2017 / Páginas: 304
Idioma: português
Editora: Verus

Sinopse: Marco Antônio e Cleópatra. Helena de Troia e Páris. Romeu e Julieta. E agora... Henry e Flora.Há séculos o Amor e a Morte escolhem seus jogadores. Eles estabelecem as regras, jogam os dados e ficam por perto, prontos para influenciar, em busca da supremacia. E a Morte sempre ganhou. Sempre. Mas pode haver um casal cujo amor realmente mude esse jogo? Flora Saudade é uma garota afro-americana que, de dia, sonha em se tornar aviadora e, à noite, canta nos esfumaçados clubes de jazz de Seattle. Henry Bishop nasceu a alguns quarteirões e milhares de mundos de distância, um garoto branco com o futuro garantido — uma rica família adotiva em meio à Grande Depressão, uma bolsa de estudos para a faculdade e todas as oportunidades do mundo. Os jogadores foram escolhidos. Os dados foram lançados. Mas, quando seres humanos fazem suas próprias jogadas, ninguém pode prever o que acontecerá em seguida. Dolorosamente romântico e brilhantemente imaginado, O Jogo do Amor e da Morte é uma história de amor inesquecível.



Às vezes imaginamos qual é o significado da vida, mas e se formos somente peões de um jogo, onde nós sofremos as consequências da vitória ou derrotas desses jogadores?
Flora e Henry foram os escolhidos para esse jogo: o jogo do Amor e da Morte.
A história se passa na década de 30, e em algumas passagens podemos ver a segregação racial, tirando os direitos dos negros, e mostrando o racismo.
“As crianças da escola de Flora tinham sido posicionadas na parte mais distante da multidão, onde não dava para ver absolutamente nada. Ela não conseguiu deixar de perceber que todas as pessoas brancas estavam nos melhora lugares, e se perguntou se fora o senhor Lindbergh quem tinha pedido para ser assim.”
Neste contexto, vamos conhecer Henry e Flora: Henry é um órfão adotado por uma família rica, um garoto cheio de oportunidades, mas que tem sonhos que seu pai adotivo não considera bons, como a música. Flora também órfã, uma jovem negra, que tem o sonho de ser aviadora, o que para uma mulher negra era quase impossível na década de 30. Ela vive com sua avó e de dia trabalha no campo de aviação e, a noite canta no The Domino a casa noturna que pertenceu a seus pais, a agora pertence a ela e seu tio. Vindos de mundos tão diferentes eles têm a chance de se encontrarem e serem felizes... Ou não.
“No instante em que a chama se acendeu, houve um brilho de reconhecimento nos olhos dela, uma rápida tensão nos ombros, uma leve interrupção na voz. Ela desviou o olhar, e Henry se recostou no assento e se obrigou a respirar.”
Desde sempre o Amor e a Morte jogam, e a Morte sempre ganha, assim que escolhem seus jogadores, as regras são decididas e cada um usa sua influencia em seu jogador. Se o Amor vencer, os dois viverão felizes até a morte, Mas se a Morte vencer ela pode levar um dos jogadores.

Quando comecei a ler tentei não ficar imaginando como seria a história, mas posso dizer que gostei. Adorei como a Morte e o Amor foram representados, já que eles não tinham uma forma definida, aparecendo com aparências diversas no decorrer da história. O momento do” Beijo da Morte” foi muito bem apresentado; sempre muito tranquilo, com a morte levando as pessoas com muita serenidade, enquanto o amor sentia dor por essas pessoas.  
“No fim, toda a cidade, exceto uma igreja, uma arvore e uma pequena fabrica de munição abandonada, tinha sido destruída. A fumaça de corpos carbonizados se ergueu, formando o palco para um por do sol vermelho com sangue.”
Demorei um pouco para ler, pois em alguns momentos a narrativa ficava monótona, mas quando passei da metade comecei a me focar mais, e a leitura foi bem tranquila. É uma história que apesar de romântica, tem partes bem fortes, e emocionantes.

A edição está bem legal, a fonte em tamanho agradável para a leitura, com uma capa bonita, (mas não é uma das minhas preferidas). Mas gosto não se discute, a Editora Verus caprichou bastante na edição.




Resenha - O livro do bem - Gratidão

Título: O livro do bem - Gratidão
Autor: Ariane Freitas & Jessica Grecco
Editora: Gutenberg
Ano: 2018
Páginas: 224

Este é um livro especial, porque é sobre uma prática que vai mudar sua vida: a gratidão. É oportunidade de aprender a se conectar melhor com o mundo exterior e desenvolver sua atenção e sua respiração para que sua vida se torne mais leve. É, também, a chance de olhar com mais carinho para os momentos da sua vida e perceber o quanto ela é incrível – ainda que você, muitas vezes, deixe isso passar batido. Este é um livro sobre tudo o que você sente e como reage a cada acontecimento vivido. E ele só estará pronto quando você preenchê-lo com sua rotina e as suas verdades. Será que você tem vivenciado a gratidão – não a palavra bonita, conhecida e adorada por tantas pessoas –, o sentimento real? Venha descobrir com a gente! E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer neste livro nas redes sociais com a tag #LivroDoBem. Porque tudo o que é do bem merece ser compartilhado!

O Livro do bem - Gratidão é um livro interativo escrito pelas meninas do Indiretas do Bem, e vai falar sobre uma prática muito importante que pode mudar a vida de qualquer pessoa: a gratidão. Uma palavra tão falada e adorada por tantas pessoas ultimamente, mas será que nós realmente conhecemos o verdadeiro significado de gratidão? 






















O do bem exige a interação do leitor e para avançar as páginas é necessário ir preenchendo certas atividades que o livro pede, coisas que exigem momentos de reflexão e análise interior. Por isso, digo que esse não é um livro para ser lido, é para ser apreciado, não dá pra pegar e sair lendo, esse é aquele tipo de livro que exige tempo e acaba se tornando uma espécie de diário sabe? É um livro muito estimulante. 



O livro é repleto de mensagens inspiradoras, exercícios de respiração, dicas de meditação, várias playlist, receitas, DIY de dobraduras. O livro tem um trabalho gráfico sensacional, a editora Gutenberg fez um trabalho belíssimo e foi impossível não se apaixonar por tudo, é uma excelente opção de presente.



O livro do bem - Gratidão transmite a principal mensagem de que devemos ser gratos pela pessoa que somos e pelo que temos, que tudo isso nos permite ser melhores. E quando uma coisa der errado, lembre-se das tantas outras que já deram certo e siga em frente.



Aprendemos que gratidão é muito mais do que agradecer por um auxílio, por um elogio recebido. A gente passa avaliar todas as oportunidades que tivemos na vida, todas vitórias e percebemos que nem sempre fomos gratos por isso. E devemos ser, devemos ser gratos sempre, até mesmo por acordar vivo mais um dia. 



Como eu disse, o livro acaba se tornando um diário e por conseguinte um livro de cabeceira, as vezes é importante retomar tudo aquilo que você preencheu no livro, todo o autoconhecimento que precisou para preencher cada detalhe e lembrar de sempre ser grato. 























Ainda não terminar de preencher todos os espaços do livro, mas já tenho certeza que esse já é um dos livros mais especiais da minha estante. Garanto que ninguém se arrependerá de conhecer esse livro e a mensagem tão inspiradora que ele traz, ele vai te proporcionar grandes momentos de reflexão e se você permitir, uma mudança em sua vida.