Resenha - O coração da Esfinge - Colleen Houck

Ano: 2016 / Páginas: 368
Idioma: português
Editora: Arqueiro

Lily Young achou que viajar pelo mundo com um príncipe egípcio tinha sido sua maior aventura. Mas a grande jornada de sua vida ainda está para começar.
Depois que Amon e Lily se separaram de maneira trágica, ele se transportou para o mundo dos mortos – aquilo que os mortais chamam de inferno. Atormentado pela perda de seu grande e único amor, ele prefere viver em agonia a recorrer à energia vital dela mais uma vez. Arrasada, Lily vai se refugiar na fazenda da avó. Mesmo em outra dimensão, ela ainda consegue sentir a dor de Amon, e nunca deixa de sonhar com o sofrimento infinito de seu amado. Isso porque, antes de partir, Amon deu uma coisa muito especial a ela: um amuleto que os conecta, mesmo em mundos opostos. Com a ajuda do deus da mumificação, Lily vai descobrir que deve usar esse objeto para libertar o príncipe egípcio e salvar seus reinos da escuridão e do caos. Resta saber se ela estará pronta para fazer o que for preciso. Nesta sequência de O Despertar do Príncipe, o lado mais sombrio e secreto da mitologia egípcia é explorado com um romance apaixonante, cenas de tirar o fôlego e reviravoltas assombrosas.


Ainda não consegui formar uma opinião muito concreta sobre esse livro, acho que por isso eu demorei tanto a escrever essa resenha.

Amon se foi e Lily tem que voltar a sua chata vida, com pais cheios de regras e que não deixem que ela cuide da própria vida. Lily não aguenta mais a pressão dos pais e o fato de seu grande amor ter escapado de suas mãos, sem muita opção ela resolve se refugiar na casa da avó e tudo parecia tranquilo até que ela recebe uma inesperada visita. 



Anúbis aparece para convocar Lily na missão de salvar Amon. que não conseguiu chegar ao além. Amon não tinha um coração para ser pesado na balança da justiça e acabou preso no mundo dos mortos e correndo inúmeros perigos. Lily precisa salvar Amon e mundo da ira de Seth. 

O fato que me fez odiar a Colleen por esse livro foi ela ter desfeito o romance concreto e bem estabelecido entre Amon e Lily e ter feito um polígono amoroso, parece que todo mundo começa a se apaixonar pela garota. 

Isso sem falar que a Lily incorpora duas almas que passam a viver junto com ela em seu corpo, cada alma gosta de uma pessoa e sinceramente isso estragou completamente o livro, o triangulo amoroso repetindo o ocorrido na última série, foi muito desnecessário e nada cativante. 



Amon que era um dos melhores personagens do livro anterior, ficou um porre nesse livro, eu mal podia suporta-lo. Odeio o típico lenga lenga de quem não quer se salvo para proteger alguém e fica tentando atrapalhar tudo e se recusa a reconhecer o esforço que as pessoas fazem. Asten e Ahmose ganharam um destaque bem melhor nesse livro e isso eu gostei, pois tinha interesse em conhecer um pouco mais dos irmãos.

Felizmente, eu adoro como a Colleen sabe trabalhar com enredos mitológicos e talvez isso seja o que eu mais gosto nos livros dela, é apaixonante conhecer os costumes, lendas e mistérios de antigas civilizações e a egípcia é ainda mais curiosa, impactante e seduz o leitor a querer saber cada vez mais. Colleen mantém a costumeira narrativa viciante e foi isso que me permitiu terminar o livro e ainda esperar ansiosa pela continuação.

Apesar de todos os poréns, essa continua sendo uma das minhas séries preferidas e quero muito ler a continuação.

A edição do livro é fantástica, a editora Arqueiro como sempre esta de parabéns pelo imenso capricho. A capa é belíssima e ficou maravilhosa na estante. 

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