Diz aí: O que eu achei de How to get away with a murder


Ai Jesus! Acho que eu não tinha como não vir aqui falar dessa série que andou ocupando minha cabeça nos últimos dias. Tenho um grande amigo que adora essa série e por influência dele ( sempre pego todas as indicações dele) eu resolvi começar a assistir e claro que eu não poderia amar mais. 


How to get away with a murder nos traz Annalise Keating, uma  famosa advogada criminal que é muito boa no que faz, Annalise também é professora na Universidade de Middleton e casada com Sam Keating, um psicólogo e também professor. 

Logo no primeiro dia de aula ela seleciona os cinco melhores alunos da classe para trabalhar com ela no escritório junto com seus outros advogados Bonnie e Frank. Os alunos selecionados são Wes, Connor, Michaela, Laurel e Asher. 

Os jovens devem ajudar Annalise a resolver os casos do escritório e se preciso utilizar de meios nada convencionais. Lidar com os problemas da vida pessoal e com uma professora rigorosa pode levar os jovens ao limite. A vida de todos começa a mudar quando surge um novo assassinato e dessa vez o sangue esta nas mãos deles. 



Essa é uma cena do começo da série e já achei lacrante esse close na Annalise anunciando o nome da aula " Como se livrar de um assassinato". 

A série é completamente viciante, comecei assistir e do nada quando fui dar play no episódio, percebi que eu já estava na segunda temporada. Terminei a segunda temporada ontem e fiquei chocada com o final. 

 

Comecei a assistir a terceira temporada e já estou nervosa com os acontecimentos. A série sempre mistura cenas do presente com algo do passado. Mas dessa vez esta mesclando algo do futuro com o presente.

Antes mesmo de começar a assistir a terceira temporada eu tomei um baita spoiler e já sei que vai morrer, e sinceramente estou morrendo de ódio. Até a metade da segunda temporada eu pensei que não fosse me apegar a nenhum personagem, porém foi impossível. Fiquei apaixonada por cada um dos estudantes, mas ainda mais por Annalise que é INCRÍVEL.

Fiquei super chateada com o rumo que tomou algum dos personagens e espero que aconteça alguma coisa para me tirar desse choque. 

Ai você pode se perguntar: Nossa, mas já tem três temporadas e a série ainda vai continuar, será que ainda tem enredo pra isso tudo... Você não vai se cansar?



NÃO. Absolutamente não!!!! Eu já era complemente viciada nessas coisas de investigação policial e tribunais em julgamento, justamente por isso, segui uma formação nessa área. 

Não sei muitos de vocês já assistiram essa série, mas se ainda não o fizeram, façam! Juto que ninguém vai se arrepender. 

E se você acompanha a série tenho certeza que deve ficar pensando nas investigações assim como eu e maquinando o que ainda está por vir. 

Para quem me disse que a série não era boa....




 Isso é simplesmente sensacional.

Papo cinema - Logan





Em 2029, Logan ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier . Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela, uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 . Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce, interessado na menina.






Fui assistir Logan já que aquele sentimento de desespero por ser a despedida de Hugh Jackman como Wolverine. Na minha humilde opinião, Wolverine e Homem de Ferro são personagens em que os autores que os interpretam são insubstituíveis. 

Logan se passa em 2029, um mundo em que os mutantes estão morrendo e que não nascem mais mutantes, Logan ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do professor Xavier, que devido a idade esta cada vez mais necessitado de cuidados. Em meio a um dia de trabalho, ele é procurado por Gabriela, uma mexicana que precisa de sua ajuda para chegar até a Dakota do Sul junto com a pequena Laura, uma mutante.  

Logan se recusa a ajuda-la, até o momento em que passa a ser perseguido por um mercenário que esta interessado em Laura. 

O enredo como um todo é sensacional, mas ver a decadência de Logan e o sofrimento de Xavier foi de partir o coração, os poderes de Logan estão se esvaindo e  Xavier esta a beira da loucura e com os poderes fora de controle. 



Laura é a grande responsável por nos arrancar boas risadas com seu relacionamento conturbado com Logan. 

O filme é repleto de cenas de ação, muita luta, sangue, mortes e pedaços de corpo voando. Eu sou meio chata pra esse tipo de cena, porque não tenho muito estômago, mas confesso que no filme não foi algo que me incomodasse muito. 

Como eu disse, eu gostei do enredo e acho que ele abre margem para uma nova franquia de filmes ou até mesmo a continuação de X-men. Laura é uma personagem fantástica, de grande poder, inteligente e independente. 



O final não era o que eu esperava e vou dizer que detestei, odeio quando eu passo a exibição toda amando o filme e o final é super pombo. 

Ainda que o final não tenha me agradado, Logan continua na minha lista de um dos melhores filmes de super-heróis, os efeitos especiais estão incríveis e a trilha sonora também. 

O filme é bem extenso, acho que umas 2h20m de duração, porém não é cansativo, o final se aproximava e eu tinha a impressão que o filme anda estava na metade. 

Logan é de deixar sem palavras qualquer fã da franquia e esta mais do que recomendado. 

Resenha – Hard to Fight – Bella Jewel

Ano: 2015 / Páginas: 247.
Idioma: Inglês
Editora: St. Martin's Paperbacks


Grace é uma caçadora de recompensas que quer ser levada a sério, mas seu chefe se recusar a acreditar que uma mulher pode capturar um bandido perigoso. Ela finalmente tem a chance de provar o seu valor quando ganha o caso capaz de mudar uma vida: capturar Raide Knox e entregar ele para as autoridades. Raide é um fugitivo perigoso em fuga... e o homem mais sexy que
Grace já conheceu. Pegar Raide não vai ser fácil. Raide é mais intenso e frustrante do que qualquer homem com quem ela teve que lidar, e a atração instantânea que faísca entre eles é inegável. Uma coisa é certa... esse vai ser um caso que eles nunca irão esquecer.


Vamos começar expondo o que me levou a ler esse primeiro livro da trilogia Alpha’s Heart da Bella Jewel. Primeiro, gosto de livros adultos, segundo, tenham protagonistas decididas, nada bobas e a sedução demorem a ocorrer e ela imponha certa dificuldade para o personagem. E terceiro protagonista que não tenha medo do perigo e exerça as mesmas funções que os homens. 

É o caso da Grace, caçadora de recompensas que deseja e quer ser levada a sério no trabalho, poucos acreditam no seu potencial e agora ela pode e buscar provar capturando Raide Knox, um fugitivo Perigoso. Grace no primeiro momento se mostra decidida, não gosta que duvidem dela, façam joguinhos, ela sabe ser sarcástica.


Raide, minhas amigas, é um caso a parte, cara sexy. A maneira como a autora o introduziu na história detalhou uma coisa e me fez achar que ele não é coisa boa e gerou dúvidas. Se você o imagina facilitando para Grace, enganasse, ele não quer ser capturado (mesmo sendo por uma mulher e tanto). Não teremos luta justa. 

Para complicar o esquema temos atração entre caçador e presa, tornando o livro divertido. Grace é atrevida, respondona, e Raide é o oposto, semblante fechado sempre pronto para desafios. Visualmente Raide é capaz de estremecer estruturas da Grace. Todo misterioso e gostoso.

[...] Ele cruza os braços desafiadoramente, e seus cabelos brancos ralos sopram com a brisa. Ele aperta os olhos azuis gelados e me estuda. – Você é uma menina. Ele diz como se só agora tivesse descoberto esta pequena pepita de informação – Que bela observação, - eu o parabenizo sarcasticamente, cruzando os braços. – Não existem garotas caçadoras de recompensas. [...] 

O trabalho não vai ser fácil, como capturar um homem de um metro e oitenta? Pela descrição associei ao ator Jason Mamoa, só que Raide tem um nariz que parece ter sido quebrado várias vezes e uma cicatriz ao lado esquerda do rosto. Bem sombrio. O modo que ela encontrou para capturá-lo me fez rir, eu já esperava risada e muita loucura. E tive isso. Mas também sabia que esses tipos de livros têm aquela dose de drama e sofrimento. 

Grace vai se envolver na história dele. História essa com recordações boas e ruins. Resta saber se você está disposta a enfrentar tudo com Grace. E quando descobrir valerá o risco? Você terá coragem?


[...] Existe beleza em tudo, moça. Você apenas tem que estar disposto a vê-la. Há beleza mesmo nas coisas que você não pode ver ou ouvir. Você apenas tem que se abrir e deixá-la entrar. Eu estou deixando-a entrar. [...]

A autora trata não só de um possível romance, mas de temas sérios. Como a dificuldade e preconceito que mulheres passam em atividades consideradas tipicamente masculinas. Um exemplo do livro, levou cinco anos para Grace pegar um caso mais sério, dezoito meses sendo ajudante do chefe. Sendo realista, um cara não levaria todo esse tempo.

A autora conseguiu me convencer, eu tinha em mente do que poderia acontecer, porém não foi como imaginava e esperava para o clímax. Valeu a pena. Mas tenho ressalvas:

Fiquei chateada com os dois em alguns momentos e com o passar do livro com o Raide. Não explicarei o motivo, será spoiler. Eu conseguia entende-lo, só que em instantes ele se mostrou mais chato. Porque livros legais as autoras desenvolvem o final tão rápido, não que goste de enrolação, foi final corrido. Temos ação, personagens fodas, enredo divertido e sensual. 

Esse é o primeiro livro de uma trilogia, mas são enredos independentes. Não são com o mesmo casal, porém ainda não li. Segue as capas:




Nota:


Resenha - Juntando os pedaços - Jennifer Niven

Ano: 2016 / Páginas: 392
Idioma: português
Editora: Seguinte

Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca… mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares. Mas ninguém sabe disso — até o dia em que ele encontra a Libby. Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito.

Jack tem prosopagnosia uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas, ele vê os olhos, a boca, o nariz, os pequenos detalhes, porém ele não consegue unir isso tudo e formar um rosto que ele possa reconhecer, ele não reconhece nem mesmo sua própria família e ninguém sabe disso, justamente por isso ele vive se metendo em confusões. 

Libby já foi a adolescente mais gorda dos Estados Unidos, ela pesava 296kg e passou meses sem sair de casa, até que chegou o dia em que seu pai precisou pedir ajuda. Libby teve sua casa destruída para que ela pudesse sair e de lá pra cá ela perdeu uma centena de quilos e vai finalmente poder voltar a escola. 



Juntando aos pedaços é alternado entre a narrativa de Libby e de Jack e com isso podemos conhecer a história de cada um deles, até que o caminho dos dois se cruzem. Eu comecei a leitura já querendo chorar com a situação de Libby. 

Eu sempre fui uma criança gordinha e também sofri com brincadeirinhas e por isso me identifiquei muito com a história dela e ficava ansiosa pelas partes narradas por Libby, senti o sofrimento dela a cada vez que ela era posta em meio a situações constrangedoras por causa do seu peso.

Eu não tenho muito costume de marcar trechos preferidos em meus livros, mas Juntando os pedaços foi uma leitura tão marcante pra mim que eu senti a necessidade de destacar algumas passagens preferidas, para posteriormente reler. 



Tenho o livro Por lugares incríveis da Jennifer Niver mas ainda não tinha começado a ler, decidi começar por sua nova publicação e sinto que amarei todos os livros dessa mulher, é incrível como ela entende o universo adolescente e é capaz de expor as inúmeras dificuldades que vivemos nessa fase da vida. Jennifer nos apresenta um enredo duramente real, mas que as vezes o tão esperado final feliz pode aparecer.

Juntando os pedaços é um daqueles livros em que a leitura deveria ser obrigatória, esse livro mostra que cada decisão que você toma sem pensar no próximo, pode gerar consequências irreversíveis e dolorosas. Libby é uma menina muito forte, eu no lugar dela não sei se teria aguentado passar por tantas coisas e foi bom poder ver que tudo o que ela passou só a fortaleceu ainda mais. Contudo, sabemos que todo mundo tem o seu ponto de ruptura certo?

Esse é um livro maravilhoso e me deixou completamente sem palavras, gostei de como a Jennifer aborda duas questões sérias de um jeito simples para facilitar a compreensão dos leitores de diferentes idades. 


Libby com certeza foi uma das melhores personagens que eu já conhecei e Jack não fica atrás. Eu ficava agoniada por Jack enfrentar sozinho todos os problemas, no lugar dele eu já teria me aberto com a minha família. Também amei o irmão mais novo do Jack, ele é um protagonista a parte e eu me peguei desejando um capítulo dele. 

Eu decidi não ler esse livro correndo, separei um número de páginas para ler esse livro, porque eu não queria que acabasse logo e quando acabou eu gostaria de começar tudo novamente. 

A capa é incrível e a editora esta de parabéns pela revisão. 






Lançamentos Editora Rocco




Oi gente! Já estamos na metade do mês de Março, mas ainda da tempo de conferir os lançamento da Editora Rocco para esse mês. Selecionei os lançamentos que mais se encaixam ao perfil do blog e espero que vocês gostem.



Destemidas, solitárias, trapaceiras, pouco confiáveis... Seja em fábulas ou ditos populares, o imaginário coletivo não tem sido muito generoso com as raposas. A inglesa Inbali Iserles, uma autora premiada e apaixonada por animais, convida os leitores a conhecer melhor esses seres incríveis com a série Foxcraft, uma emocionante trilogia de fantasia protagonizada por uma raposa filhote. Isla vive nos limites das terras dos sem-pelo (os humanos) e está começando a desenvolver suas habilidades. Um dia, ao retornar para sua toca, ela está em chamas e cercada por raposas estranhas. E sua família não está em lugar nenhum. Forçada a fugir, Isla escapa para o frio e cinza mundo dos sempelo e é caçada por um inimigo cruel. Para sobreviver e encontrar sua família, Isla precisará dominar a antiga arte das raposas – poderes mágicos conhecidos apenas por elas – e desvendar os segredos da Foxcraft.


Após um acidente aéreo, uma garota é encontrada ilesa e sem memória em meio aos destroços em pleno oceano Pacífico. Ela não estava na lista de passageiros da aeronave e seu DNA e suas impressões digitais não são reconhecidos em nenhum lugar do mundo. Sua única esperança é um garoto estranho e sedutor que afirma conhecê-la, e que eles eram apaixonados um pelo outro. Mas será que ela pode confiar nele para recuperar seu passado e descobrir quem ela realmente é? Inesquecível é o primeiro volume de uma trilogia romântica com tintas sci-fi. A autora, Jessica Brody, que tem outros livros publicados no Brasil, como A amante infiel e Karma Club, constrói uma história de amor apaixonante e repleta de elementos de ficção científica e de suspense
Fanfiction inspirada no fenômeno Minecraft, um dos jogos mais vendidos do mundo, a série Crônicas de Elementia começou a ser escrita por Sean Fay Wolfe quando ele tinha apenas 16 anos. Fanático pelo game que conquistou crianças e adolescentes, o autor criou uma aventura eletrizante ambientada no universo Minecraft protagonizada por três jovens jogadores que se veem envolvidos numa luta contra o mal no servidor Elementia. No segundo livro da série, a paz conquistada pelo presidente Stan após uma batalha épica está ameaçada. Uma dissidência vem se espalhando pelo interior e os seguidores do Rei Kev formam uma nova organização. Depois de Missão justiça, novos perigos e desafios surgem no horizonte para Stan, seus amigos e para os leitores em A nova ordem.


Depois de Harry Potter e a Pedra Filosofal, é a vez de Harry Potter e a Câmara Secreta chegar às prateleiras em edição ilustrada e capa dura. Cenas de tirar o fôlego, momentos tensos da trama e personagens inesquecíveis esperam os leitores nesta edição mágica que traz o texto integral de J.K. Rowling e desenhos do premiado Jim Kay. Com tinta, papel e pixels, o ilustrador britânico cria um mundo encantado como nunca antes visto para acompanhar o segundo ano de Harry Potter na Escola de Magia de Hogwarts.




No segundo volume da série Os Reinos de Nashira, a jovem Talitha, obrigada a assumir o lugar da sacerdotisa Lebitha, sua irmã mais velha morta repentinamente, tem como missão salvar o reino de Nashira da iminente catástrofe anunciada por uma profecia milenar. Mas, para isso, ela terá que escolher entre cumprir o papel que lhe foi imposto por seu pai, o cruel conde Megassa, ou lutar ao lado dos rebeldes que se insurgiram contra a tirania imposta por ele, desafiando a sua raça e o seu passado. Com uma ficção mágica, ambientada num mundo ricamente construído formado por árvores gigantescas que abrigam cidades em suas copas e troncos, a italiana Licia Troisi mostra mais uma vez por que é uma excepcional contadora de histórias e um dos principais nomes da literatura de fantasia em seu país.



Diz aí qual livro vocês gostaram mais :)

Resenha - Outlander - A viajante do tempo - Diana Gabaldon

Ano: 2014 / Páginas: 800
Idioma: português
Editora: Arqueiro

Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

Outlander começa em 1945 quando a enfermeira Claire Randall acaba de voltar da Segunda Guerra Mundial para os braços do marido Frank Randall. Os dois resolvem partir para uma segunda lua de mel em Inverness. O que Claire não esperava é que durante a viagem ela fosse ser atraída para um círculo de pedras onde acontecem misteriosos rituais, o local é cercado por uma magia surpreendente e quando volta ao local numa segunda vez, Claire acaba sendo transportada para o ano de 1743, em uma escócia dominada pro clãs escoceses em conflito com ingleses. 

Eu li Outlander em 2015 e me lembro de ter gostado muito do livro. Contudo, também me recordo de ter sido uma leitura a princípio difícil pela riqueza de detalhes que a autora traz ao enredo. De antemão digo que as oitocentas páginas de A viajante do tempo não me assustaram, o mais complicado desse livro não é o enredo extenso, e sim como eu disse a riqueza de detalhes que por vezes chega a torna o livro cansativo, porém nunca desinteressante. 

Resolvi reler esse livro pois a pouco terminei de assistir a primeira e a segunda temporada da série de TV, fiquei completamente alucinada, ensandecida com a série, me apaixonei por todos os personagens, senti ódio, tristeza, felicidade, comemorei junto com os personagens e sofri junto com eles. Lembro que ao final do último episódio eu estava aos prantos e me sentindo órfã de uma próxima temporada que ainda demoraria meses para começar. 

Com o coração apertado de saudades dos meus queridos personagens eu resolvi reler a história e continuar a leitura dos próximos livros. E só posso dizer que após ter visto a série, essa releitura não poderia ter sido mais produtiva. 

Continuei achando a leitura um pouco cansativa e acabei levando uma semana para terminar a leitura. O enredo é tão maravilhoso e a narrativa de Diana é tão eloquente que eu queria continuar a leitura, mas as vezes a cabeça pesava de cansaço. Entretanto, ainda que o excesso de detalhes torne a narrativa cansativa, ele é essencial para a ambientação da época passada no qual o enredo se passa. 

Jamie é um dos melhores, talvez o melhor, protagonistas masculinos, ele é tão cheio de coragem, compreensivo e com um extinto protetor em relação a Claire. Gosto como Jaime coloca a vida dos outros sempre em primeiro lugar e esta sempre disposto a salvar aqueles que ama, ele é um verdadeiro guerreiro escocês. Ao ler o livro, percebo o quanto o ator que interpreta Jamie na série se adequa a descrição do personagem. 

Algo que pude notar é que na série de TV eu estive por um longo tempo do lado de Frank, enquanto no livro eu logo fui conquistada pelo charme de Jamie. Posso dizer com propriedade que a série é quase 100% fiel ao livro, exceto por alguns mínimos detalhes quase que imperceptíveis. 

Foi bom conhecer um pouco da cultura dos highlanders e confesso que fiquei apaixonada pela cultura das terras altas da escócia, me peguei procurando saber um pouco mais sobre. Logo de cara percebe-se o quanto Diana Gabaldon trabalhou para inserir no livro essa cultura fantástica, mas tão pouco conhecida.

O final do livro é tão sufocante quando o final da série, fiquei com o coração apertado por tudo o que o Jaime passou e surpresa com a coragem e determinação de Claire para salva-lo. Outlander é um livro que me faltam palavras para descrever, fui tão conquistada pela série que posso me imaginar dentro do enredo. 

Outlander é uma história fantástica e original que vai surpreender qualquer leitor, recomendo a leitura para qualquer pessoa e prometo que você não irá se arrepender. Estou ansiosa para ler os próximos volumes, já estou com saudade de Jaime e Claire. A capa é maravilhosa e condiz perfeitamente com a série, a revisão da editora ficou impecável. 


Tag: Sete pecados literários


TAG 7 PECADOS LITERÁRIOS

Essa Tag Literária foi feita pela Thaianny do Blog Book & Cia e eu achei super legal. Vamos lá?

7. Inveja: Qual livro você gostaria de receber de presente ?

Um monte KKKKKK! Mas eu quase nunca ganho livros de presente, então eu mesma acabo comprando. 


6. Luxúria: Que atributos você acha mais atraentes em personagens femininos e masculinos ?

Em personagens femininos eu gosto de mocinhas respondonas, que não levam desaforo para casa e que se entregam ao amor de uma maneira sem volta. Nos personagens masculinos eu gosto dos bad boys, isso é impossível hahahah.

5. Orgulho: Que livro você tem mais orgulho de ter lido ?

Sem dúvidas é Harry Potter, é um dos livros que me introduziu no mundo da leitura e eu fiz questão de começar a ler novamente a série. Como podem ver eu tenho uma pequena variedade de coleções. A minha preferida é essa da foto.


4. Preguiça: Qual livro você tem negligenciado devido a preguiça ?

Li o primeiro dessa série, gostei, mas nunca comecei a ler o segundo volume, sempre fico empurrando com a barriga. hahahah!


3. Gula: Qual livro você devorou sem vergonha alguma ?

Sem dúvida nenhuma foi A Thousand Boy Kisses, até tem resenha dele aqui no blog. Foi a minha melhor leitura de todos os tempos. 


Créditos da imagem: Blog She Who Must not be name

2. Ira: Com qual autor você tem uma relação de amor/ódio ?

Com certeza é a Jamie Mcguire, eu amei essa mulher quando ela lançou Belo Desastre, mas com o tempo acho que a série foi ficando saturada e acho que a Jamie poderia lançar outras séries diferentes e não ficar ade eterno nessa mesma série. 


1. Qual o seu livro mais caro e o mais barato ?

O mais caro acho que foi esse que custou uns R$60,00

E o mais barato foi esse hardcover maravida que eu comprei por R$11,00





























Bom, foi isso gente. Se alguém quiser responder diz ai nos comentários. 

Resenha - Crave a Marca - Veronica Roth

Ano: 2017 / Páginas: 480
Idioma: português
Editora: Rocco

Num planeta em guerra, numa galáxia em que quase todos os seres estão conectados por uma energia misteriosa chamada “a corrente” e cada pessoa possui um dom que lhe confere poderes e limitações, Cyra Noavek e Akos Kereseth são dois jovens de origens distintas cujos destinos se cruzam de forma decisiva. Obrigados a lidar com o ódio entre suas nações, seus preconceitos e visões de mundo, eles podem ser a salvação ou a ruína não só um do outro, mas de toda uma galáxia. Primeiro de uma série de fantasia e ficção científica, Crave a marca é aguardado novo livro da autora da série Divergente, Veronica Roth, que terá lançamento simultâneo em mais de 30 países em 17 de janeiro, e surpreenderá não só os fãs da escritora, mas também de clássicos sci-fi como Star Wars.

Em uma galáxia, todos os seres estão conectados entre si por uma energia chamada de "a corrente"; ela dá dons (mas também limitações) a todos, mas enquanto uns se beneficiam, outros não. E, em meio a guerras, num planeta repleto de violência, o destino de Akos e Cyra se encontram; dois jovens distintos, cujos dons-da-corrente os tornam vulneráveis aos outros.

Apostando no improvável, os dois decidem unir forças para alcançar seus objetivos; enquanto uma busca redenção, o outro busca vingança, mas a aliança dos dois pode ser mais poderosa do que eles imaginam, colocando em suas mãos não só o destino deles, mas de toda a galáxia. 


Gostaria de começar dizendo que esperava algo completamente diferente de Crave a Marca, mas não me decepcionei com o livro. Achei ele muito complexo, um pouco confuso e lento no começo, mas ele melhorou consideravelmente até o final.

Acho que o único ponto que não me agradou muito foi a complexidade mesmo. A Veronica mudou bastante nessa nova série e ela saltou de uma série YA para uma ficção científica muito complexa; eu fiquei meio perdido com os nomes dos personagens e lugares, e com a quantidade deles. O livro tem mapa, guias e etc, mas ainda assim acho que poderia ser um pouco melhor. E o universo criado pela autora também poderia ser mais explorado. 



Fora isso, o livro é incrível; a autora acertou em cheio com uma história forte, cheia de intriga, vingança, envolvimento político... O livro é realmente um prato cheio para quem curte ficção científica.

Como comentei, a autora mudou bastante desde Divergente, mas a escrita dela se mostrou muito boa e envolvente, o que melhorou bastante a leitura e diminuiu um pouco o impacto da complexidade da trama. Mesmo com o desenvolvimento um pouco lento no começo, o livro vai melhorando bastante conforme os capítulos andam.

Os personagens são incríveis, com personalidades fortes e muito bem desenvolvidos; Veronica trabalha bastante a história de Akos e Cyra, mas também dá lugar aos personagens secundários, principalmente as famílias dos protagonistas. No decorrer da leitura, vamos percebendo que cada personagem tem realmente um papel importante na história e isso é incrível.

Não há lugar para honra na sobrevivência.

Mas além de tudo, o livro ainda trata sobre temas como preconceito e amizade, entre outros. Vi comentários sobre o livro ser racista, mas não acho que foi o que aconteceu, então não concordo com eles. Má interpretação, talvez?


No fim, gostei bastante do livro, mas acho que ainda poderia ser melhor, Não recomendo que leiam com expectativas altas; vocês podem gostar, mas não da forma que esperam. Se você gosta de uma história bem recheada e personagens fortes, acho justo dar uma chance à história de Akos e Cyra.

E nem preciso comentar sobre essa capa, preciso? LINDA! A Rocco também arrasou na edição e diagramação do livro, ficou muito lindo <3



Resenha - A Herdeira da Morte - Melinda Salisbury

Ano: 2016 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Fantástica Rocco

Twylla tem 17 anos, vive num castelo e, embora seja noiva do príncipe, não é exatamente um membro da corte. Ela é o carrasco. Primeiro de uma surpreendente série de fantasia, Herdeira da Morte conta a história de uma garota capaz de matar instantaneamente qualquer pessoa que ela toca. Até mesmo seu noivo, cujo sangue real supostamente o torna imune ao toque fatal de Twylla, evita sua companhia. Porém, quando um novo guarda chega ao castelo, ele enxerga a garota por trás da Deusa mortal que ela encarna, e um amor proibido nasce entre os dois. Mas a rainha tem um plano para acabar com seus inimigos, e eles incluem os dons de Twylla. Será que a jovem se manterá fiel a seu reino ou abandonará tudo em nome de um amor condenado?

Twylla poderia se considerar abençoada ao pensar que foi escolhida pelos deuses para se casar com o príncipe e governar o reino, se também não tivesse sido amaldiçoada por eles: seu toque é mortal. Ser a queridinha dos deuses tem um preço e, para Twylla, esse preço é bem alto; ninguém pode tocá-la sem morrer. Até mesmo seu noivo, cujo sangue real o torna imune ao seu poder, evita estar com ela. 

Ela pode viver num castelo, ser noiva de um príncipe, mas está longe de ser uma princesa. Na verdade, ela é o carrasco; qualquer um que decepcione a Rainha é levado a ela para morrer.



Até que alguém novo surge em sua vida e enxerga a garota por trás da Deusa encarnada, e a atração é inevitável. Twylla é prometida ao príncipe.. então, como poderia trair seu compromisso sabendo do que a Rainha é capaz? Mas esse problema fica para trás quando ela descobre que a Rainha é mais obstinada do que ela imaginava e tem planos poderosos em andamento. Twylla fará o que é preciso para salvar o reino, ou escolherá viver seu amor proibido?

“Ele encara o chão e, no meu peito, sinto uma pontada que reconheço como o princípio de um coração partido.”

Gente, desculpem o surto, mas vamos primeiramente admirar o lacre que é a premissa desse livro? Eu já comentei aqui que não leio sinopses de livros, então foi uma surpresa pra mim até o momento que eu realmente peguei pra ler. Eu li a aba e fiquei MEU DEUS DO CÉU :O Sério, eu me apaixonei por essa premissa! Admito que eu fiquei com medo de ser algo bem "Estilhaça-Me", mas o livro acabou me surpreendendo bastante e já é uma das melhores leituras do ano!



O livro é narrado em primeira pessoa e é REPLETO de fantasia, de intrigas, de personagens maravilhosos (e FDP's também) e também muito romance proibido (amo). Mesmo com o príncipe evitando Twylla, o livro ainda tem um pouquinho de triângulo amoroso aí, já que a personagem fica dividida entre o único homem que pode tocá-la e o único que a enxerga realmente (nisso, lembra bastante a trilogia da Tahereh Mafi), mas não vi isso como um problema para o livro.

Eu gostei da personagem; achei ela uma garota forte, mesmo com tudo dando errado, mas também vi um grande potencial de crescimento nela e espero que ela seja mais bem desenvolvida nos próximos livros (acho que é uma trilogia, até agora). Os demais personagens também são bons; alguns são misteriosos, mas todos me pareceram bem desenvolvidos para um primeiro livro de série.



Em suma, eu amei esse livro. Ele me surpreendeu muito positivamente e me conquistou desde o começo. Gostei mesmo do enredo e já estou ansioso pelo segundo livro, The Sleeping Prince.


Resenha - Dorothy Tem Que Morrer - Danielle Paige

Ano: 2016 / Páginas: 384
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Primeiro de uma série, Dorothy tem que morrer engrossa um filão de sucesso no mercado editorial, no cinema e na TV: o reconto de clássicos infantis com nova roupagem para os jovens. Nesta releitura sombria do clássico de L. Frank Baum O mágico de Oz, Amy Gumm é uma nova garota do Kansas, que, em meio a um tornado, é enviada à terra de Oz com a missão de remover o coração do homem de lata, roubar o cérebro do espantalho, tomar a coragem do leão e destruir a garota dos sapatinhos vermelhos. Livro de estreia de Danielle Paige, Dorothy tem que morrer chega ao Brasil depois de figurar na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Assim como a famosa Dorothy, Amy é uma simples garota do Kansas, mas as semelhanças não param por aí: Amy também é levada por um tornado para a terra mágica de Oz. Só que Oz já não é tão mágica assim. O reino está em decadência, a magia é proibida... e tudo por causa de Dorothy, que voltou a Oz e se tornou uma governante tirana. 

As coisas só pioram quando Amy é recrutada por um grupo rebelde e se vê encarregada de matar Dorothy e assim resgatar a antiga Oz. Mas será que a fé que depositam nela é suficiente para que ela enfrente os diversos perigos à frente?


Não é nenhum segredo que eu amo contos de fadas, então já era de se esperar que eu quisesse ler esse livro. Eu não tive muito contato com Oz na infância, mas nos últimos anos me apaixonei pela história e fiquei louco para ler Dorothy Tem Que Morrer. E dessa vez me interessei mesmo pela história inicialmente, porquê não acho essa capa muito bonita não rs

E, olha, eu adorei esse livro <3 A autora deu um tom bem sombrio a Oz (contos de fadas sombrios? AMO), transformou totalmente alguns personagens e eu achei bem criativa a forma como ela desenvolveu a história.



A narrativa da autora é muito boa; o livro é narrado em primeira pessoa e tem um estilo bem fácil de pegar ritmo, tornando assim a leitura prazerosa. E o que dizer de Amy? Personagem badass, cheia de personalidade e passado... amei ela!

Quem gosta de uma boa história, com um toque mais sombrio e bons personagens, vai adorar Dorothy Tem Que Morrer. O livro é instigante e bem desenvolvido; ele te joga numa trama na qual você não sabe diferenciar o bem do mal, o certo do errado... Nem tudo pode ser o que parece. E o final é TIRO PORRADA E BOMBA!

Já quero a continuação!


Lançamentos: Editora Arqueiro e Sextante Editora


Oi pessoal!!!

Preparados para começar março já desejando os lançamentos MARAVILHOSOS da Editora Arqueiro e Sextante Editora??? Eu estou morrendo aqui, quero pelo menos, uns 5! O.O rsrsrsrs
Confiram:

Resenha - Ligeiramente Pecaminosos - Mary Balogh

Ano: 2016 / Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Arqueiro

Em meio à Batalha de Waterloo, lorde Alleyne Bedwyn é ferido e dado como morto pela família. Ao acordar, ele se vê no quarto de um bordel sem lembrar quem é ou como foi parar ali. Sua única certeza é que deseja conquistar o coração do anjo que cuida dele todo dia. Contudo, assim como ele, Rachel York não é quem parece. Depois de enfrentar uma situação difícil, que a levou a viver numa casa de pecados, agora a bela e inteligente jovem precisa recuperar seu dinheiro e as economias das amigas prostitutas, roubados por um falso clérigo. E o belo soldado de quem vem cuidando parece perfeito para se passar por seu marido e ajudá-la em seus planos. Porém, apesar de ter perdido a memória, Alleyne não perdeu nada de sua sedução. De volta a Londres, os dois se envolvem em um escândalo pecaminoso e, a cada beijo, esquecem que seu relacionamento é apenas uma farsa e ficam mais perto de se entregar à paixão. Neste quinto livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh apresenta um romance repleto de humor, com personagens carismáticos que o leitor não conseguirá abandonar ao fim da história.
O último livro dessa série me deixou em estado de extrema aflição sobre o possível final de Alleyne Bedwyn, que foi ferido na batalha de Waterloo e dado como morto pela família. Contudo, ao acordar Alleyne esta sem memória, ele só sabe que foi salvo por Rachel, a quem ele admira como o anjo que o salvou e pretende conquistar seu coração.

Rachel é uma mulher que passou por poucas e boas e após um momento de dificuldade acaba sendo amparada por amigas prostituas, Rachel precisa recuperar seu dinheiro e sua dignidade e para isso contará com suas amigas e com Alleyne, que se passará por seu marido para ajuda-la. Com tantos planos em jogo, os dois acabam se envolvendo e percebendo que entre eles tem muito mais sentimento do que o esperado. 

Mary Balogh como sempre vem com uma escrita apaixonante e surpreendente, essa série foi o meu primeiro contato com a autora e eu apaixonei por ela logo de cara. Cada personagem é único, singular e adoro como Mary chega com essa narrativa tão sedutora e ao mesmo tampo tão bem humorada. 

O ponto alto desse livro são as amigas de Rachel que são muito bem humoradas, quase que loucas e conseguem envolver o leitor de uma maneira única, as amigas sempre desenvolvem ideias mirabolantes se metem em cada confusão que é impossível não deixar que elas tomem conta do livro. 

Essa é uma série que te arranca suspiros e boas risadas, que encanta o leitor e prende-o durante todo o enredo. Ainda não consegui escolher o meu livro preferido da série, mas tenho certeza que será o tão esperado livro do Wulfric, amo Os Bedwyns como um todo, mas nenhum personagem será capaz de superar Wulfric e eu espero não me decepcionar com o seu livro. 

Esse casal não foi tão arrebatador como o dos outros livro, o romance surge bem aos pouquinhos, mas todo o contexto em que estão envolvidos foi algo bem legal e justamente por isso esse livro não deixa nada a desejar em relação aos anteriores.

Talvez o que eu menos tenha gostado é o fato de que os Bedwyns aparecem muito pouco e essa falta de interação me deixou com aquele sentimento de estar órfão dessa família tão eloquente e singular. 

A capa ficou linda e imagino Rachel como a moça da imagem, a revisão e diagramação ficaram impecáveis como sempre.