Top 3 - Professores Inesquecíveis









O Top 3 de hoje vai ser pra falar de professores que conhecemos nos livros e que se tornaram inesquecíveis pra gente. Eu vou confessar que tive um pouco de dificuldade em escolher, tem muitos professores que eu amo, mas como eram só três eis aqui a minha lista. 

Will - Métrica



O terceiro lugar fica com o Will da série Slammed da Colleen Hoover. Will é um personagem apaixonante e toda essa coisa de recitar poesia é muito doce, amo o fato dele ter passado por tantas coisas ruins e mesmo assim se manter com a cabeça erguida, por ele cuidar tão bem do irmão, por amar tanto Layken e por respeitar as coisas. 

É claro que todo mundo toma atitudes ruins, mas eu compreendi que ele tinha motivos para isso e o modo como ele vai consertando as coisas é bem louvável. Will na maioria da vezes pratica atos lindos e acho que tudo isso me fez coloca-lo na lista.

Minerva Mcgonagall 










Vou ter que dizer que eu queria muito selecionar um professor de Hogwarts e fiquei com muita dúvida entra qual escolher. Mas optei por Minerva, por ser uma mulher tão forte e disposta a arriscar tudo pelo bem das pessoas, ela é uma excelente profissional, parece durona, mas no fundo é um amor de pessoa. 

MANO!!! Ela levantando a varinha e partindo pra cima do Snap é a melhor cena EVER! Outra cena que amo é quando ela solta o feitiço Piertotum Locomotor pra convocar os guerreiros de Hogwarts. Sério, essa mulher é épica. 

"Ele vai ser famoso, uma lenda. Eu não me surpreenderia se o dia de hoje ficasse conhecido no futuro como o dia de Harry Potter. Vão escrever livros sobre o Harry. Todas as crianças no nosso mundo vão conhecer o nome dele!"

Daniel Daniels - Sr. Daniels 


Por fim, mas nunca menos importante! O meu professor preferido de todos os tempos, de todas as vidas, de todas as leituras. Daniel Daniels <3 o protagonista do meu livro preferido. O cara já perdeu todas as pessoas que mais amava, tem uma vida super problemática e ainda assim é o cara mais maravilhoso da face. 

Manas, o rapaz é músico, gentil, lindo, sedutor e ainda sabe de cor falas dos livros de Shakespeare, veja só se isso não é um senhor homem. Ele me lembra muito o Will de métrica, só que com muito menos pudor, que é o que a gente gosta. hahahaha! Mais perfeito do que esse cara é impossível 


E por hoje é isso, alguém já leu algum dos livros ou conhece os personagens?

Resenha - Quando a Bela domou a Fera - Eloisa James

Ano: 2017 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Arqueiro

Eleito um dos dez melhores romances de 2011 pelo Library Journal, "Quando a Bela domou a Fera" é uma releitura de um dos contos de fadas mais adorados de todos os tempos. Piers Yelverton, o conde de Marchant, vive em um castelo no País de Gales, onde seu temperamento irascível acaba ferindo todos os que cruzam seu caminho. Além disso, segundo as más línguas, o defeito que ele tem na perna o deixou imune aos encantos de qualquer mulher.
Mas Linnet não é qualquer mulher. É uma das moças mais adoráveis que já circularam pelos salões de Londres. Seu charme e sua inteligência já fizeram com que até mesmo um príncipe caísse a seus pés. Após ver seu nome envolvido em um escândalo da realeza, ela definitivamente precisa de um marido e, ao conhecer Piers, prevê que ele se apaixonará perdidamente em apenas duas semanas.
No entanto, Linnet não faz ideia do perigo que seu coração corre. Afinal, o homem a quem ela o está entregando talvez nunca seja capaz de corresponder a seus sentimentos. Que preço ela estará disposta a pagar para domar o coração frio e selvagem do conde? E Piers, por sua vez, será capaz de abrir mão de suas convicções mais profundas pela mulher mais maravilhosa que já conheceu?

Quando a Bela domou a Fera conta a história de Linnet e Piers, o conde de Marchant. 

Linnet é uma das moças mais lindas da sociedade londrina e desperta o interesse de todos os homens, seu pai esta sempre recebendo muitas propostas de casamento por ela, até que tudo muda quando ela é flagrada beijando um príncipe e todos começam a dizer que ela espera um filho. Com o nome na boca do povo, a reputação de Linnet esta arruinada e ela precisa arrumar um marido o quanto antes. É então que sua tia aparece com a ideia de Linnet se casar com o conde de Marchant.

Piers é um médico bem mal humorado, que não fala com o pai, um duque super apegado ao título e que foi abandonado pela mãe de Piers há muitos anos atrás. Piers não fala com o pai desde que sofreu um acidente que o deixou deficiente na perna, desde então Piers tem um temperamento terrível e assusta todos a sua volta, justamente por isso ele ficou conhecido como A Fera. 



Linnet chega até o castelo do conde disposta a conquistá-lo em duas semanas, mas ao conhece-lo ela vai perceber que a tarefa pode ser um pouco árdua. 

Vou ter que admitir que eu não estava muito confiante nesse livro, o mercado está tão saturado de romances de época e tanta coisa tão semelhante que eu comecei essa leitura apenas por me identificar com o gênero, mas eu não esperava encontrar o que eu encontrei. 

Ao invés de um "mais do mesmo" encontrei uma narrativa incrível e personagens singulares. Fiquei apaixonada por Piers e seu mau humor, adoro personagens mal humorados, eles deixam os diálogos muito mais divertidos. 

Linnet é uma mocinha muito engraçada, petulante e de língua afiada, do tipo que não leva desaforo para casa, ela fala o que pensa, mesmo que isso possa mete-la em maus lençóis. Amei o fato dela saber lidar perfeitamente com o humor de Piers e isso fez o casal ser tão complementar e apaixonante. Gostei de como as coisas vão surgindo entre os dois e como eles aproveitam as oportunidades. 

Amei a escrita da Eloisa James e fiquei muito surpresa com a maneira que ela conduz a narrativa, gente a leitura desse livro foi muito maravilhosa, muito fácil, gostosa de ler e em poucas horas dá pra terminar. Já estou ansiosa demais por mais livros da autora. 



 Eu vi algumas críticas quanto a tradução de algumas palavras do livro e sinceramente, você precisam arrumar outra coisa para reclamar, quem lê romances de época sabe que grande parte deles tem sim palavras chulas e só agora que vocês resolveram se incomodar? Vocês sinceramente acreditam mesmo que naquela época ninguém usava palavra de baixo calão? Muito juvenis vocês. 

Essa série da Eloisa James foi inspirada nos contos de fada e como você deve ter percebido esse livro é uma espécia de releitura de A bela e a fera, mas não pense que vai encontrar muito coisa igual, somente algumas referências. Contudo, o enredo desse livro é fantástico e eu realmente fui muito surpreendida com essa leitura que superou todas as minhas expectativas. 

A capa é bonita e eu gostei da diagramação e da revisão. A editora Arqueiro como sempre nos apresenta um trabalho impecável. 

Para quem ama romances de época, mas assim como eu esta saturado com o tanto de livro igual no mercado, pode se jogar nesse leitura que ela vai te dar um novo ânimo para continuar a amar o gênero. 






Resenha - A Caminho do Azul Sereno - Veronica Rossi

Ano: 2017 / Páginas: 352
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

No derradeiro capítulo da trilogia Never Sky, sucesso da brasileira radicada nos EUA Veronica Rossi, Aria e Perry estão determinados No derradeiro capítulo da trilogia Never Sky, sucesso da brasileira radicada nos EUA Veronica Rossi, Aria e Perry estão determinados a encontrar o Azul Sereno, o último refúgio contra as tempestades de éter, cada vez mais constantes no mundo em que vivem. Mais do que o amor proibido que os mantém ligados, eles precisam unir Forasteiros e Ocupantes se quiserem sobreviver, e salvar a vida daqueles que amam. Sem escolha e determinados a permanecerem juntos, contra todas as probabilidades, os dois protagonistas partem para a mais perigosa de suas aventuras, que não só colocará à prova seu amor, coragem e capacidade de liderança, como também exigirá grandes sacrifícios. Será que eles estão preparados para a jornada A caminho do Azul Sereno?
A Caminho do Azul Sereno é o último livro da trilogia Never Sky, de Veronica Rossi. A série é uma distopia que fala sobre um mundo que vive sob o domínio do éter, uma energia poderosa que controla os céus e destrói tudo que toca; a sociedade é dividida entre os Ocupantes (que vivem dentro de núcleos) e os Forasteiros (que vivem a céu aberto) e é controlada por um governo autoritário, corrompido pelo poder. Mas acredita-se que exista um lugar livre do éter, chamado Azul Sereno, e é nisso que o terceiro e último livro vai trabalhar.



Ária e Perry estão decididos a encontrar o Azul Sereno, mas a busca por algo que eles sequer sabem se realmente existe pode ser mais difícil do que imaginavam. Para alcançar seus objetivos, eles precisam um do outro, só que acima de tudo precisam unir os Ocupantes e os Forasteiros. Mas os obstáculos são inúmeros e a aventura deles vai se tornando cada vez mais complicada... Será que eles conseguirão enfrentar os perigos e fazer os sacríficos necessários para encontrar o Azul Sereno?

Diferente do livro anterior, A Caminho do Azul Sereno não aprofunda muito no universo da trilogia... Ele sai tentando fechar todas as pontas soltas, mas em compensação tem bastante conflitos e muita ação, o que torna a leitura muito fácil de pegar ritmo. Já entre os personagens, percebemos que Ária é a que mais evolui nessa conclusão. Ela se mostra uma personagem forte e confiante, sem medo de se arriscar! Perry continua maravilhoso como sempre, mas não tem muito mais aprofundamento.



Eu achei o livro um ótimo final para a trilogia. Ele trabalha bastante não só os conflitos do momento, mas também fecha o que a autora deixou em aberto e mexe também com essa divisão social e o governo. Realmente foi um final digno, mas ainda poderia ter um pouco mais de páginas já que tem uma trama envolvente e faz a gente querer mais. 

A escrita da autora é ainda melhor nesse final. Ela sempre foi simples e boa, mas nesse desfecho ela está incrível! O ritmo é maravilhoso, não tem enrolação e é cheio de ação, reviravoltas e muitas descobertas. Adoro livros assim!



A trilogia Never Sky é muito boa, no geral. Quem gosta de distopia, com personagens bem desenvolvidos e carismáticos, enredo marcante e ótimos conflitos, vai adorar a leitura. Super recomendo!

Todos nós temos potencial para fazer coisas terríveis, Soren. Mas também temos potencial para superar nossos erros.

Resenha - Sob Um Milhão de Estrelas - Chris Melo


Ano: 2017 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Fábrica 231

Alma Abreu está prestes a lidar com um inventário e uma série de histórias de um passado tumultuado que pertence mais aos seus pais do que a ela mesma. Mas este parece o menor de seus problemas no momento. Passar alguns dias na pacata Serra de Santa Cecília veio bem a calhar para a jovem médica, após um incidente no hospital que a deixou sem chão. Ela só não esperava se envolver tanto com a pequena cidade – e com o prestativo vizinho da charmosa casa que sua avó lhe deixou, além de um animado grupo de amigas, filhas das melhores amigas de sua mãe –, a ponto de pensar em deixar sua vida em São Paulo para trás. Será que a vontade de ficar é apenas medo de enfrentar seus problemas? Mas como voltar à velha rotina depois de tudo o que descobriu e viveu em Serra? Em seu segundo romance pela coleção

Após a morte da avó que nunca conheceu, Alma descobre que recebeu toda a herança, incluindo a casa onde ela morava, no interior. Alma é médica e, após alguns acontecimentos no trabalho, ela decide se afastar um pouco e vai até a cidade onde sua avó morava para resolver tudo relacionado à herança e aproveitar para acalmar a mente e também descobrir mais do passado que a mãe dela tenta tanto esconder.

Do outro lado, está Cadu. Depois de uma decepção amorosa, ele resolveu se mudar para o interior e recomeçar a vida; vendeu seu apartamento na cidade grande e se tornou dono de um bar em sua nova cidade, além de trabalhar como professor. Tudo que Cadu queria era ter paz para conseguir superar tudo o que aconteceu, mas ele não esperava que Alma acontecesse na sua vida.


Logo os dois se conhecem e a atração e conexão deles é inevitável e espontânea, mas da mesma forma que Cadu não esperava gostar de alguém tão cedo, Alma não esperava se envolver tanto com a cidade e o tempo dela ali não é grande. Mas como voltar à sua antiga rotina depois de tudo e, principalmente, depois de Cadu?

Para quem não sabe, Sob Um Milhão de Estrelas é uma "sequência" de outro livro da Chris: Sob A Luz dos Seus Olhos, no qual Cadu é um personagem secundário. Os livros podem serem lidos separadamente, já que possuem histórias e protagonistas diferentes, mas eu sugiro que Sob a Luz seja lido primeiro.


E preciso dizer que gostei demais de a Chris ter escrito uma história para o Cadu. Eu gostei bastante dele no primeiro livro e poder saber o que aconteceu com ele depois foi maravilhoso. E, admito, gostei mais de ter o Cadu como protagonista, então sim, eu gostei mais desse livro do que do primeiro (e olha que li os dois em sequência!).

Mas, acima de tudo, eu amei a leitura. A Chris manda muito bem mesmo e tanto o enredo quanto os personagens, os conflitos, o romance... eu me encantei com tudo e fiquei com vontade de ler mais livros dela. Além disso, a escrita dela é muito gostosa, fácil de virar as páginas... Eu comecei a ler e mal percebi já tinha lido umas 100 páginas (isso pra mim é muita coisa!).

Eu me apaixonei pela Alma; ela é uma mulher incrível, que consegue ser forte e ao mesmo tempo frágil e que tem uma personalidade marcante, do tipo que não dá pra esquecer. Já o Cadu... Não tenho palavras para descrever como eu adorei a forma que a Chris melhorou o Cadu nesse livro, em diversos aspectos. Ele se tornou um dos meus personagens preferidos da vida, sério. E nem preciso comentar nada do romance, preciso? É lindo, nada forçado e do tipo que faz o leitor suspirar <3


Só que Sob Um Milhão de Estrelas não fala apenas sobre amor, mas também sobre perda, sobre culpa, sobre perdoar a si mesmo e sobre se permitir ser feliz. É uma leitura carregada de emoções e lições para se levar para a vida. 

Eu queria poder dizer que favoritei o livro, de verdade, mas não favoritei. Romances não são meu forte e é muito difícil eu favoritar algum, mas eu realmente amei a leitura e dei a nota máxima, porque a Chris realmente escreveu um livro incrível e conseguiu conquistar mais um leitor.

Leitura mais que recomendada!





Resenha - Pela Noite Eterna - Veronica Rossi


Ano: 2016 / Páginas: 304
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores
Ambientada 300 anos após uma catástrofe que devastou a Terra, num mundo dominado por um governo autoritário disposto a manter o poder a qualquer preço, a trilogia Never Sky acompanha a saga da jovem Aria, ex-moradora de Quimera, um núcleo de civilização protegido por um domo e sem qualquer contato com o mundo exterior, e Perry, considerado um Forasteiro. Se no primeiro volume da série, Sob o céu do nunca, os destinos dos jovens se cruzam numa improvável (e perigosa) aliança pela sobrevivência, agora, em Pela noite eterna, eles anseiam por um reencontro. Mas muitos obstáculos e algumas armadilhas se impõem no caminho dos dois. Fantasia, ação, ficção científica e uma história de amor inesquecível fazem da série de Veronica Rossi um mundo perigoso e cruel, mas ao mesmo tempo belo e digno da tradição de sagas como Jogos Vorazes e Divergente.

PODE CONTER SPOILER

Em Pela Noite Eterna, acompanhamos a continuação da história de Ária, uma garota que vive num mundo hostil dominado pelo éter. O livro começa algum tempo após o final do primeiro, Sob O Céu do Nunca. Nessa continuação, Ária parte em busca do Azul Sereno, um lugar "a salvo" do éter, para salvar a vida daqueles que ela ama.


Quem já leu o primeiro livro e gostou da leitura, com certeza vai gostar desse. A autora consegue manter o ritmo da narrativa e ainda aprofundar bastante em alguns pontos, como a amizade de Ária com Roar e os sentidos e habilidades da personagem. 

Por outro lado, Perry ainda está se adaptando como novo Soberano de Sangue dos Marés e os dois estão um pouco separados nesse livro, o que tira um pouco do romance da história. Eu não vi isso como um ponto negativo... achei que foi bom para a autora trabalhar melhor os personagens e nos mostrar mais deles, e foi o que aconteceu. Gostei mais dos personagens nessa continuação do que no primeiro livro, eles amadureceram muito!



O livro foca bastante na forma como os protagonistas enfrentam os obstáculos e tomam as decisões que vão afetar no destino deles e eu gostei muito disso. Além de tudo, o livro tem boas doses de ação e aventura, mas também consegue ser divertido. A escrita da autora é simples, mas me prendeu e não perdeu ritmo até o final.



Em suma, o livro superou minhas expectativas, pois conseguiu ser melhor que o primeiro. Ele tem muita ação e melhorou consideravelmente o enredo e o universo geral da série, tanto por se aprofundar mais nos personagens já conhecidos e acrescentar novos, quanto por trabalhar bem a trama de fundo. O final é muito bom e já me deixou querendo ler o último!


Caixinha de Correio - #1 - Março

Oi gente.

Eu sei que vários de vocês acompanham as nossas redes sociais e acabam vendo as fotos das coisinhas que eu vou recebendo, mas como eu nunca mostro tudo junto, mostro sempre uma foto por dia, acaba que as vezes eu demoro bastante e ultrapassa o mês do produto recebido.

Dessa forma, eu resolvi mostrar aqui no blog, todo começo de mês, em uma postagem única, tudo o que eu recebi último mês.

A maioria dos livros eu comprei na promoção do dia das mulheres da saraiva. De cortesia eu recebi O sol também é uma estrela, Quando a Bela domou a fera, A rosa e a adaga e Espinho de Ferro

Vamos lá?



















Resenha - O Sol também é uma estrela - Nicola Yoon

Ano: 2017 / Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Arqueiro

Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história. Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois. O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?

 O sol também é uma estrela conta a história de Natasha e Daniel. Natasha é uma Jamaicana que mora nos Estados Unidos desde os oito anos de idade, mas seu pai foi flagrado dirigindo bêbado e ela e sua família serão deportados. Daniel é filho de pais coreanos e mal aguenta a pressão da família para que ele passe em uma boa faculdade como o irmão e se torne médico. Em um dia importante o destino dos dois se encontram. 



Antes mesmo desse livro sair eu vi inúmeros elogios e muitas resenhas positivas e por isso comecei a leitura com grandes expectativas e acho que por isso acabei me decepcionando um pouco. 

A narrativa é intercalada entre Natasha e Daniel, mas a cada vez que aparece um personagem secundário, a autora cria um capítulo para esse determinado personagem. Primeiramente eu já comecei me perdendo no livro, não consegui acompanhar o ritmo de entrar vários personagens do nada, e para apenas um capítulo. Achei meio desnecessário esse monte de capítulo de personagens que não acrescentavam muito ao enredo. 

Fiquei empurrando a leitura do livro até por volta da página cem, quando eu comecei a achar que o enredo ficou interessante. Também não gosto de livros que se passam em um único dia, é praticamente não aproveitar a história. 

O enredo é bem legal, uma história bacana que tinha tudo para ser melhor aproveitado, mas não foi. Infelizmente o livro não funcionou comigo. 



Talvez os personagens tenham sido o ponto mais positivo do livro, amei a Natasha e o Daniel, eles são jovens que se aproximam muito ao jovem do mundo real, cheios de dúvidas, de problemas para enfrentar e decisões para tomar. 

Fiquei triste sim quando o livro se aproximou do final, era praticamente impossível não se deixar emocionar pela história de Natasha e pelo seu romance com Daniel. O final foi até legal e condizente com a história, mas não foi nada do que eu esperava. 

A narrativa da autora é envolvente e simples, bem condizente com o gênero do livro que pede uma narrativa mais leve. 

Em suma, esses foram os pontos negativos e positivos que eu percebi nessa leitura. De longe não foi um dos melhores livros que eu li, mas também não foi deixou a desejar, acho que o meu problema foi ter iniciado a leitura com expectativas muito altas. 




Resenha - A Rainha de Tearling - Erika Johansen

Ano: 2017 / Páginas: 352
Idioma: português
Editora: Suma de Letras

Quando a rainha Elyssa morre, a princesa Kelsea é levada para um esconderijo, onde é criada em uma cabana isolada, longe das confusões políticas e da história infeliz de Tearling, o reino que está destinada a governar. Dezenove anos depois, os membros remanescentes da Guarda da Rainha aparecem para levar a princesa de volta ao trono – mas o que Kelsea descobre ao chegar é que a fortaleza real está cercada de inimigos e nobres corruptos que adorariam vê-la morta. Mesmo sendo a rainha de direito e estando de posse da safira Tear – uma joia de imenso poder –, Kelsea nunca se sentiu mais insegura e despreparada para governar. Em seu desespero para conseguir justiça para um povo oprimido há décadas, ela desperta a fúria da Rainha Vermelha, uma poderosa feiticeira que comanda o reino vizinho, Mortmesne. Mas Kelsea é determinada e se torna cada dia mais experiente em navegar as políticas perigosas da corte. Sua jornada para salvar o reino e se tornar a rainha que deseja ser está apenas começando. Muitos mistérios, intrigas e batalhas virão antes que seu governo se torne uma lenda... ou uma tragédia.
 A Rainha de Tearling conta a história da princesa Kelsea que foi levada ainda bebê para um esconderijo assim que sua mãe, a rainha Elyssa morre. Kelsea foi criada em uma cabada isolada e longe de tudo, com uma mãe rígida e um pai amoroso e sabendo que estava destinada a governar um reino quando chegasse aos dezenove anos. 

Passados dezenove anos, membros remanescentes da antiga guarda da rainha aparecem para levar Kelsea ao trono. Mesmo sendo a legítima herdeira ao trono e de posso da safira Tear, Kelsea descobre que esta em enorme perigo e que sua fortaleza real esta cercada de inimigos e que seu reino esta ameaçado pelo poder da Rainha Vermelha.



Faz um tempo desde que eu bati os olhos na versão gringa desse livro e logo me apaixonei. Quando descobri que a Suma da Letras publicaria o livro, eu não pude deixar de ir correndo comprar. 

A Rainha de Tearling começa com uma narrativa difícil, lenta e cheia de coisas minuciosamente descritas, o que me incomodou um pouco. Demorei um certo tempo para avançar na leitura, mas o enredo chega em um ponto que tudo começa a fica tão maravilhoso que é impossível não querer ler o mais rápido possível. 

Achei esse primeiro livro bem introdutório e já prevejo que devem vir muitos livros por aí, para pelo menos tentar explicar a história, já que esse não explica praticamente nada. Erika começa a conta a história de Kelsea e algumas coisas do passado de Tearling, mas não é muita coisa e talvez esse livro precisasse de umas cem páginas a mais. 



Kelsea é uma personagem fantástica, totalmente fora dos padrões das mocinhas convencionais, tanto no quesito físico, já que ela é gordinha, quanto na personalidade, ela é uma pessoa forte, não aceita que ninguém mande nela e nem que tomem decisões por ela. Ela gosta de resolver as coisas por suas próprias convicções e fiquei fascinada por ela. 

Se terá um romance por ai eu não sei, mas pelo menos nesse livro eu não vi nem sinal disso e achei tão maravilhoso, agora parece que todos os livros tem que ter romance. 

Gostei do rumo que a história tomou e estou muito ansiosa para conhecer um pouco mais sobre outros personagens como a rainha vermelha e Fetch, o Pai dos Ladrões ajudou Kelsea em momentos cruciais e me deixou encucada com sua origem. 



O livro é narrado em terceira pessoa, o que não é meu formato preferido de narrativa, sempre acho que deixa o enredo meio impessoal, mas foi até satisfatório e importante para ter uma visão ampla do que estava acontecendo com outros personagens do livro. 

A Rainha de Tearling, apesar de um livro bem introdutório, me surpreendeu nos acontecimentos e na originalidade do enredo e dos personagens. Em relação a capa, eu preferia a original, mas a nacional também é linda. A revisão ficou impecável e a diagramação também. 

Para quem curte fantasias esse livro é uma excelente pedida.