Resenha - Esplendor da Honra - Julie Garwood



Ano: 2017 / Páginas: 416
Idioma: português
Editora: Universo dos Livros
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Um guerreiro fascinante, uma dama indefesa e um sentimento arrebatador...


Esplendor da Honra foi o primeiro livro da Julie que eu li e ele que deu o ponta pé e eu me tornasse uma adoradora de romances históricos, medievais e de época. Ambientado na Inglaterra medieval de 1099, a donzela, lady Madelyne, decidida, meio invocada, orgulhosa, sofre na mão do irmão, barão Louddon, (que não tem nada de irmão). Ele é cruel, perverso, capaz de coisas imagináveis em prol do poder. Seu inimigo declarado, barão Duncan de Wexton  conhecido como "o Lobo" ataca as terras de Louddon para vingar sua família de um crime sórdido. Ela sabe da capacidade do irmão em fazer atos cruéis, durante a batalha, o barão é capturado e sentenciado a morte de maneira indigna. Ela sabe que o irmão não tem razão, Madelyne resolve ajudar o inimigo, mesmo acreditando que ele não é tão superior como o irmão. É temido por todos, mas não é um homem cruel. 

Duncan ao contemplar a moça vê uma mulher bonita, decidida, acreditando que o irmão irá a procura de Madelyne a toma como "prêmio", uma nova vingança. No primeiro momento o clima entre os dois não é muito amigável e nem com a família dele. Eles a têm como inimiga. E a vingança está tomando um rumo sem volta. Aos poucos em seu castelo modesto, ele provará a Madelyne ser um homem honrado. E ela em momentos difíceis do livro demonstrará sua força, gratidão e mudará  seu o destino e o daquela família. 



Com o desenrolar do livro eles começarão a se conhecer e Duncan passa admirá-la resolve protegê-la das ações do irmão. Torna-se sua cativa. Só amizade? Claro que não, amores. A paixão entre ambos se tornará inevitável, mas fica a dúvida, eles superarão as diferenças familiares, personalidades e aceitarão essa paixão? E o irmão capiroto? 

Se você for ler espere cenas românticas sensuais e sexuais, esteja avisado(a). Porém são cenas de envolvimento com romantismo, não é algo vulgar só sexual. Se é que me entendem, uma história de amor com sensibilidade, intenso, mas com intrigas, ameaças.

No início Madelyne mostra-se bem ingênua, com o decorrer do livro passa a mostrar o seu valor e sua força. Os dois possuem personalidade forte e não sabem ceder facilmente, paciência não é o forte deles, temos cenas de tirar suspiro e aquele sorriso. E a escrita da Julie é excelente, envolvente, narração ágil e divertida.  Um romance histórico, pois nos remete a um momento da história inglesa, vai lhe cativar assim como foi comigo. 

— Não te atrevas a instruí-lo para me obedecer, Madelyne, senão te juro por Deus que agarro esta tua cabeleira ruiva e a amordaço com ela.
Duncan decidiu que sua ameaça não a tinha deixado suficientemente perturbada. Ela não agia de maneira nem um pouco dócil.
— Como ousas insultar-me? Meus cabelos não são ruivos, e tu sabes disso muito bem. São castanhos — berrou ela. — Ter cabelo ruivo dá azar, e os meus não o são dessa cor.
O que chamou minha atenção ao comprar a primeira versão publicada no Brasil foi a capa. Porém a Universo dos livros merece meus parabéns, fizeram um ótimo trabalho com a nova  fiquei encantada, e olha que a editora sabe fazer capas bizarras. Dessa vez eles acertaram e merecem o reconhecimento. As duas capas são belas e mostra bem o gênero do livro. Outros dois romances da autora que gosto, mas não foi lançado no Brasil: Uma esposa para Nathan e Meu querido Guerreiro, se você ler ou leu esse e gostou, fica minha indicação. Diferente do Duncan, o mocinho de Uma esposa para Nathan é um pirata e do Meu Querido Guerreiro um lorde feudal. 


Nota:

 



Um comentário

  1. Amei a resenha ������
    Quero muito ler romances históricos, ainda não tive a oportunidade ����
    Já vou por na lista. Amo livros com essa pegada de ter que superar os outros para ficarem juntos ❤

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